Sem que se perceba
Algumas coincidências parecem combinadas
Passam batidas pela estrada
Enquanto a gente corre o tempo inteiro
Atrás de um sentido: quem sabe uma razão
Quem sabe não seja só estar vivo?
Quem sabe o que surge quando não há mais como procurar?
Enquanto a gente está de guarda
É na solidão e em silêncio que vaza
O real motivo que nunca esteve escondido em nenhum lugar
Sem que você queira
Não será preciso sequer acreditar
Assim como a razão tem as suas fronteiras
O fim traz em si um novo início
O escuro também ilumina uma velha canção
...que a gente assobia em solidão...
...quase como uma oração...
...para a busca de quem tanto procura...
...o que carrega na própria loucura...
sábado, 22 de março de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário