terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Dentro dos olhos

Olhe dentro do teu silêncio
O que ainda explode em você
O que procuras em meus olhos como se fosse uma velha fotografia
O escuro te aperta dentro do infinito e ilumina segredos
Em meio a tantos medos perdemos o encanto do que sonhamos um dia

E distante ficou o som da canção que a gente entoava
Quando o céu parecia ser todo nosso limite
E a gente voava e cantava ainda que em desespero
Agora, a quem eu quero enganar de terno e gravata
Se espelho sempre denuncia alguém que quer acordar

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